Mudar, definitivamente, o rumo do País através de uma estratégia e medidas "de", e "com" Futuro!
Sabia que para ter assento na Assembleia da República,
é necessário constituir um Partido Político?
E que para tal são necessárias, no mínimo,
7.500 assinaturas?
Pois é...
Há, concerteza,
muitas outras coisas que desconhece, mas que
o MMS lhe vai dar a conhecer através deste e de outros canais de comunicação.
Interests
Políticas de Governação para a Sociedade do século XXI.
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EDUARDO CORREIA,AUTOR DOS LIVROS
"ECONOMIA DIGITAL"
"GESTÂO CLIENTES SÈC XXI"
"NOVAS TECNOLOGIAS-PRESENTE E FUTURO
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MMS
Um novo partido com novas pessoas e com um novo projecto para Portugal.
Saturados de assistir ao desrespeito pelas promessas e ao egoísmo, inconformados por nada fazerem.
A democracia Portuguesa e o modelo de gestão da nação necessitam de evoluir. Não podemos continuar a cometer o erro de acreditar e aceitar que nos continuem a enganar. Sem escrúpulos, sem qualquer pingo de pudor.
O futuro de todos nós a nós pertence. Podemos fazer muito melhor. Não estamos na disposição de aceitar o jogo de interesses, a corrupção, a insegurança, e a falta de civismo.
Se nada fizermos nada acontece. O desafio é muito grande e apenas com muitos mais será possível mudar Portugal. O caminho não é fácil e quem com este sistema bem convive diz ser impossível.
A palavra final cabe aos Portugueses. A sua ajuda; a sua colaboração; o seu passa palavra e o seu apoio são imprescindíveis. Não fique mais tempo apenas a criticar.
Juntos conseguiremos um país do qual nos possamos todos orgulhar.
Hoje, o Estado demonstra uma grande incapacidade de gerir a economia, de ajustar-se às evoluções sociais e geopolíticas.
O resultado é que o Estado perde a confiança dos cidadãos, permitindo a instalação de um sentimento de crise. Ora esta crise é sobretudo societal. Torna-se assim imprescindível um novo posicionamento do Estado perante os seus cidadãos:
O Estado é o marcador societal para todos, é um criador de equilíbrios e de estabilidade, é um portador da ordem dinâmica face a um mundo desestabilizado. Por estas razões, sou por um Estado Parceiro, por conseguinte a organização e a gestão a implementar, sob forma de parceria, implica alterar as relações, de forma consensual e não de uma escolha política partidária e ideológica, que desenvolva com os cidadãos uma verdadeira parceria, bem como, dotar-se de um plano estratégico, partilhado pela maioria e que seja um instrumento de evolução da cultura de identidade e dos costumes cívicos e políticos.
A regra de funcionamento desta organização e gestão exige Igualdade, Paridade dos parceiros em direito, Diálogo, Negociação e Compromisso.
Há que Redimensionar a Imagem do Estado: ► dotando-se de uma nova procura de sentidos que é revitalizada por conceitos fundadores (actualmente ignorados e ocultados) e da implicação dos cidadãos o que permite acelerar a adaptação do Estado ao mundo novo que traz soluções concretas;
► revitalizando o Estado Republicano, pois os valores republicanos fundam o Estado: Fiador da Liberdade individual e das liberdades públicas, da Igualdade e da Fraternidade;
► revitalizando o Estado Nação o que assegura a perenidade de uma História, de uma Cultura e de uma população;
► integrando a dimensão europeia para que o desenvolvimento sustentável sustente-se pela coesão nacional;
► estimulando uma maior participação política, económica e social, da parte do cidadão a fim de transmitir a confiança no funcionamento honesto, transparente dos representantes do Estado.
Há que também Redimensionar os 4 Pilares no Estado:
1º Pilar – Fixar um Objectivo claro ao Estado – Interesse Geral – sua acção inscreve-se num projecto de futuro havendo os meios para a implementação das políticas acordadas.
2º Pilar – Reabilitar os actores intermediários e a oposição no debate e na acção pública
3º Pilar - Integrar a complementaridade, a sinergia e a negociação.
4º Pilar – Redimensionar a legitimidade e a eficácia das administrações e dos serviços públicos, através de uma metodologia de trabalho e uma lógica de racionalidade na gestão.
Para construir um verdadeiro Estado Parceiro é imprescindível a participação dos cidadãos, pois a participação encontra a sua fonte na democracia participativa. O cidadão acredita que a resposta está na optimização do funcionamento do Estado. Estado Parceiro não é uma nova promessa política mas um objectivo de uma acção política longa. Para isso é necessário a participação de cidadãos voluntários e responsáveis a longo prazo, do apoio de uma rede de associações, cujo o Estado se compromete para com um novo contrato social, materializado pelos comités de acções que acompanham a sua implementação, bem como do apoio de um comité de cidadão que promoverá a sua implementação.
Contribua ao meu lado, neste projecto que é de todos nós, o MMS - Movimento de Mérito e Sociedade.
O cidadão orienta o seu comportamento na direcção de uma maior responsabilidade, em benefício do bem comum, permitindo rectificar certas lacunas da forma como a globalização está sendo implementada.
Á escala do Estado, os cidadãos representam também os actores políticos que o conjunto dos habitantes do país.
À escala da empresa, os cidadãos são clientes, accionistas, empregados e dirigentes.
Constatando que o Estado, não demonstra consciencialização no Futuro e que Hoje mais do que nunca, é inaceitável. Por conseguinte, compete a todos nós, Estado e Cidadão sermos responsáveis.
Não podemos permitir que o proveito financeiro, não tenha consideração pela responsabilidade social, pelo meio ambiente e mesmo pelo económico e que condene os empregados, as regiões, o país à miséria sob pretexto da rentabilidade desmesurada. Há que ser responsável.
Não podemos permitir que os sindicatos ignorem as actividades tóxicas de certas empresas em nome do trabalho. Há que ser responsável.
Há que cultivar a responsabilidade no cidadão através da disseminação dos valores comuns, da Implementação no pensar da sociedade a consciencialização na relação dos valores comuns, universais, obtendo assim a responsabilização junto dos actores que formam a sociedade.
Torna-se imprescindível implementar um modelo de equilíbrio entre o investimento técnico e o investimento do capital humano.
Há que também dinamizar a convergência dos critérios de responsabilidade social, económica e ambiental
Torna-se assim, imprescindível que o cidadão participe com o seu parecer sustentado pelo conhecimento, na implementação destes critérios de responsabilidade social, económica e ambiental.
Obviamente há que adaptar estes critérios junto das empresas dos países, ditos em via de desenvolvimento.
Sou por favorecer a globalização, em favor da responsabilidade, através de acções de informação junto do cidadão.
Acredito que o MMS sustenta o desenvolvimento durável, aquele que permite satisfazer as necessidades actuais sem comprometer a aptidão das gerações futuras a satisfazer as suas próprias necessidades.
Á escala do Estado, os cidadãos representam também os actores políticos que o conjunto dos habitantes do país.
À escala da empresa, os cidadãos são clientes, accionistas, empregados e dirigentes.
Constatando que o Estado, não demonstra consciencialização no Futuro e que Hoje mais do que nunca, é inaceitável. Por conseguinte, compete a todos nós, Estado e Cidadão sermos responsáveis.
Não podemos permitir que o proveito financeiro, não tenha consideração pela responsabilidade social, pelo meio ambiente e mesmo pelo económico e que condene os empregados, as regiões, o país à miséria sob pretexto da rentabilidade desmesurada. Há que ser responsável.
Não podemos permitir que os sindicatos ignorem as actividades tóxicas de certas empresas em nome do trabalho. Há que ser responsável.
Há que cultivar a responsabilidade no cidadão através da disseminação dos valores comuns, da Implementação no pensar da sociedade a consciencialização na relação dos valores comuns, universais, obtendo assim a responsabilização junto dos actores que formam a sociedade.
Torna-se imprescindível implementar um modelo de equilíbrio entre o investimento técnico e o investimento do capital humano.
Há que também dinamizar a convergência dos critérios de responsabilidade social, económica e ambiental
Torna-se assim, imprescindível que o cidadão participe com o seu parecer sustentado pelo conhecimento, na implementação destes critérios de responsabilidade social, económica e ambiental.
Obviamente há que adaptar estes critérios junto das empresas dos países, ditos em via de desenvolvimento.
Sou por favorecer a globalização, em favor da responsabilidade, através de acções de informação junto do cidadão.
Acredito que o MMS sustenta o desenvolvimento durável, aquele que permite satisfazer as necessidades actuais sem comprometer a aptidão das gerações futuras a satisfazer as suas próprias necessidades.